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WhatsApp bane usuários que espalham mentiras contra o PT e notifica agências

Filho de Bolsonaro foi banido do WhatsApp, que iniciou uma ofensiva contra notícias falsas

Escrito por: Redação CUT • Publicado em: 19/10/2018 - 15:57 • Última modificação: 19/10/2018 - 16:06 Escrito por: Redação CUT Publicado em: 19/10/2018 - 15:57 Última modificação: 19/10/2018 - 16:06

REPRODUÇÃO As agências que espalhavam fake news contra Haddad foram notificadas

O WhatsApp reagiu rapidamente à denúncia feita pelo jornal Folha de S. Paulo de que empresários aliados ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) estavam desembolsando milhões de reais para enviar mensagens com ataques e mentiras contra o candidato Fernando Haddad (PT) e pretendiam fazer uma grande ofensiva na semana que antecede o segundo turno das eleições, no dia 28.

A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada, ou seja caixa 2.

Os responsáveis pelo WhatsApp no Brasil enviaram notificações extrajudicial para as agências Quickmobile, Yacows, Croc services e SMS Market, denunciadas pela Folha, determinando que parem de enviar mensagens em massa e de utilizar números de celulares obtidos pela internet, que as empresas usavam para aumentar o alcance dos grupos na rede social.

Outros usuários, como o deputado Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), eleito para o senado, tiveram seus números banidos pelo WhatsApp, como denunciou o filho do presidenciável no Twitter.

 

WhatsApp usa tecnologia para banir abusos

A empresa, que disse usar tecnologia de ponta para detectar contas com comportamento anormal para que elas não possam ser usadas para espalhar mensagens de spam, baniu as contas do WhatsApp associadas a essas agências.

“Estamos tomando medidas legais para impedir que empresas façam envio maciço de mensagens no WhatsApp e já banimos as contas associadas a estas empresas”, informou em nota a empresa ao jornal.

A agência AM4 e outras estão sob investigação e serão notificadas caso sejam comprovadas as irregularidades.

O comportamento fere as regras do WhatsApp. O envio de mensagens em massa com conteúdo eleitoral não é ilegal, desde que use a base de usuários dos próprios candidatos, ou seja, listas com nomes e telefones celulares de apoiadores que voluntariamente os cederam. 

No entanto, várias agências venderam bases de usuários de terceiros, segmentadas por região e perfil, de origem desconhecida —o que é ilegal. 

Nesta quinta, a coligação O Brasil Feliz de Novo, que reúne PT, PC do B e Pros em torno da candidatura de Haddad, entrou com ação na Justiça Eleitoral para investigar suposto financiamento ilegal de campanha por  Bolsonaro.

Título: WhatsApp bane usuários que espalham mentiras contra o PT e notifica agências, Conteúdo: O WhatsApp reagiu rapidamente à denúncia feita pelo jornal Folha de S. Paulo de que empresários aliados ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) estavam desembolsando milhões de reais para enviar mensagens com ataques e mentiras contra o candidato Fernando Haddad (PT) e pretendiam fazer uma grande ofensiva na semana que antecede o segundo turno das eleições, no dia 28. A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada, ou seja caixa 2. Os responsáveis pelo WhatsApp no Brasil enviaram notificações extrajudicial para as agências Quickmobile, Yacows, Croc services e SMS Market, denunciadas pela Folha, determinando que parem de enviar mensagens em massa e de utilizar números de celulares obtidos pela internet, que as empresas usavam para aumentar o alcance dos grupos na rede social. Outros usuários, como o deputado Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), eleito para o senado, tiveram seus números banidos pelo WhatsApp, como denunciou o filho do presidenciável no Twitter.   WhatsApp usa tecnologia para banir abusos A empresa, que disse usar tecnologia de ponta para detectar contas com comportamento anormal para que elas não possam ser usadas para espalhar mensagens de spam, baniu as contas do WhatsApp associadas a essas agências. “Estamos tomando medidas legais para impedir que empresas façam envio maciço de mensagens no WhatsApp e já banimos as contas associadas a estas empresas”, informou em nota a empresa ao jornal. A agência AM4 e outras estão sob investigação e serão notificadas caso sejam comprovadas as irregularidades. O comportamento fere as regras do WhatsApp. O envio de mensagens em massa com conteúdo eleitoral não é ilegal, desde que use a base de usuários dos próprios candidatos, ou seja, listas com nomes e telefones celulares de apoiadores que voluntariamente os cederam.  No entanto, várias agências venderam bases de usuários de terceiros, segmentadas por região e perfil, de origem desconhecida —o que é ilegal.  Nesta quinta, a coligação O Brasil Feliz de Novo, que reúne PT, PC do B e Pros em torno da candidatura de Haddad, entrou com ação na Justiça Eleitoral para investigar suposto financiamento ilegal de campanha por  Bolsonaro.



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