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Servidores Públicos de Quixadá (CE) estão em greve por reajuste salarial

A proposta do prefeito para algumas categorias é de reajuste salarial ZERO.

Escrito por: Sindsep Quixadá • Publicado em: 26/04/2018 - 18:26 Escrito por: Sindsep Quixadá Publicado em: 26/04/2018 - 18:26

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No dia 11 de Janeiro de 2018, o SINDSEP de Quixadá e Região protocolou a pauta da Campanha Salarial 2018 com o Prefeito de Quixadá Ilário Marques (PT). Daí em diante, foram muitas as tentativas da parte do SINDSEP em marcar audiência para discutir o conteúdo das propostas.

Das raras vezes em que se conseguiu sentar com a Administração, a pauta não avançou satisfatoriamente. E as demandas são tão urgentes quanto sérias. Vejamos: Reajuste do Piso do Magistério (6,81%); Reajuste do Piso dos ACE e ACS (10%); Lei 1.311 (33%); Retroativo dos Vigias e Fiscais; Avaliação de Desempenho dos Professores e Condições de Trabalho.

Como se vê, a pauta registra, no mínimo, que todas as categorias vêm tendo perdas importantes em termos de remuneração e valorização de classe. Diante do silêncio da gestão que não dá resposta prática às demandas, em assembleia as categorias decidiram greve. 

Desde o dia 24 de abril, as categorias ocupam o Centro Administrativo como forma de dizer à Administração que se quer negociar. Ademais, foi nas administrações do atual gestor em que muito se conquistou para as categorias. Vale citar, como um dos muitos bons exemplos, que o Piso do Magistério foi implantado juntamente com o Plano de Carreira do Magistério que, pelos analistas, é um dos melhores planos que se tem notícia no Ceará. 

Agora, a Administração de Quixadá põe abaixo todo um construto de modernos instrumentos de valorização do Magistério previstos no PCR desta categoria quando hoje, apresentou de forma estarrecedora, o percentual de 2%. Esse número sequer contempla os professores de Nível Médio quanto mais a imensa quantidade de professores de nível superior, muitos com especialização, mestrado e até doutorado, o que põe os quadros do Magistério quixadaense como um dos melhores.

Para as outras categorias da Administração e Saúde, sobretudo, os que percebem acima do Mínimo, a proposta da Prefeitura é de REAJUSTE ZERO. As propostas de Planos de Cargos, Carreira e Salários para os servidores da Saúde e da Administração não saem do papel. Com isso, os profissionais que fazem heroicamente os serviços públicos de qualidade para a população da Terra dos Monólitos estão ano após ano tendo seus salários achatados e sem vislumbre nenhum de progressão nas carreiras que escolheram.

Segundo Neiva Esteves, presidenta do SINDSEP, “não aceitamos reajuste de 2% para os professores e muito menos reconhecemos o reajuste zero para todas as outras categorias. A greve continua. Não se pode retroceder num caminho que acreditamos que foi construído com muita luta e na maioria das vezes com negociação coletiva. Negociação essa que só acontece com no mínimo dois lados. O SINDSEP está aberto. Mas a Prefeitura, não. Então, o silêncio formal da Administração nos impõe a continuidade da greve porque NENHUM DIREITO A MENOS não é frase de efeito, é uma posição de quem tem consciência de classe", finaliza a sindicalista.

Título: Servidores Públicos de Quixadá (CE) estão em greve por reajuste salarial, Conteúdo: No dia 11 de Janeiro de 2018, o SINDSEP de Quixadá e Região protocolou a pauta da Campanha Salarial 2018 com o Prefeito de Quixadá Ilário Marques (PT). Daí em diante, foram muitas as tentativas da parte do SINDSEP em marcar audiência para discutir o conteúdo das propostas. Das raras vezes em que se conseguiu sentar com a Administração, a pauta não avançou satisfatoriamente. E as demandas são tão urgentes quanto sérias. Vejamos: Reajuste do Piso do Magistério (6,81%); Reajuste do Piso dos ACE e ACS (10%); Lei 1.311 (33%); Retroativo dos Vigias e Fiscais; Avaliação de Desempenho dos Professores e Condições de Trabalho. Como se vê, a pauta registra, no mínimo, que todas as categorias vêm tendo perdas importantes em termos de remuneração e valorização de classe. Diante do silêncio da gestão que não dá resposta prática às demandas, em assembleia as categorias decidiram greve.  Desde o dia 24 de abril, as categorias ocupam o Centro Administrativo como forma de dizer à Administração que se quer negociar. Ademais, foi nas administrações do atual gestor em que muito se conquistou para as categorias. Vale citar, como um dos muitos bons exemplos, que o Piso do Magistério foi implantado juntamente com o Plano de Carreira do Magistério que, pelos analistas, é um dos melhores planos que se tem notícia no Ceará.  Agora, a Administração de Quixadá põe abaixo todo um construto de modernos instrumentos de valorização do Magistério previstos no PCR desta categoria quando hoje, apresentou de forma estarrecedora, o percentual de 2%. Esse número sequer contempla os professores de Nível Médio quanto mais a imensa quantidade de professores de nível superior, muitos com especialização, mestrado e até doutorado, o que põe os quadros do Magistério quixadaense como um dos melhores. Para as outras categorias da Administração e Saúde, sobretudo, os que percebem acima do Mínimo, a proposta da Prefeitura é de REAJUSTE ZERO. As propostas de Planos de Cargos, Carreira e Salários para os servidores da Saúde e da Administração não saem do papel. Com isso, os profissionais que fazem heroicamente os serviços públicos de qualidade para a população da Terra dos Monólitos estão ano após ano tendo seus salários achatados e sem vislumbre nenhum de progressão nas carreiras que escolheram. Segundo Neiva Esteves, presidenta do SINDSEP, “não aceitamos reajuste de 2% para os professores e muito menos reconhecemos o reajuste zero para todas as outras categorias. A greve continua. Não se pode retroceder num caminho que acreditamos que foi construído com muita luta e na maioria das vezes com negociação coletiva. Negociação essa que só acontece com no mínimo dois lados. O SINDSEP está aberto. Mas a Prefeitura, não. Então, o silêncio formal da Administração nos impõe a continuidade da greve porque NENHUM DIREITO A MENOS não é frase de efeito, é uma posição de quem tem consciência de classe, finaliza a sindicalista.



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