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Municipais vão às ruas para derrubar as reformas previdenciária e trabalhista

Servidores públicos municipais de 13 estados e do Distrito Federal aderiram às manifestações do Dia Nacional de Paralisação para barrar as reformas do governo ilegítimo

Escrito por: Déborah Lima • Publicado em: 17/03/2017 - 19:31 • Última modificação: 20/03/2017 - 14:35 Escrito por: Déborah Lima Publicado em: 17/03/2017 - 19:31 Última modificação: 20/03/2017 - 14:35

. Protesto em Fortaleza reuniu 30 mil manifestantes

Atendendo ao chamamento da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) e federações filiadas, sindicatos da categoria de todo o Brasil aderiram aos atos do Dia Nacional de Paralisação contra as reformas da Previdência e trabalhista, realizados no dia 15 de março. Em pelo menos treze estados e no Distrito Federal, os servidores públicos municipais uniram-se a trabalhadores de diversas categorias e ocuparam repartições públicas, praças, avenidas e BRs para derrubar, com a força do povo nas ruas, as reformas do governo golpista de Michel Temer, que aniquilam os principais direitos da classe trabalhadora, entre eles o de conseguir se aposentar antes de morrer.

Os municipais participaram dos protestos nas Capitais dos estados e em diversas cidades do Interior, que foram tomadas por passeatas formadas por crianças, jovens, adultos e idosos que deixaram suas casas, trabalho e salas de aula para mandar um recado aos deputados federais e senadores: os atuais e futuros trabalhadores não permitirão, em hipótese alguma, a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 287, que aumenta para 65 anos a idade mínima de aposentadoria para homens e mulheres, e para 49 anos o tempo mínimo de contribuição para aposentadoria integral. Na prática, a PEC inviabiliza o recebimento do benefício pela maioria da população brasileira. 

Com carros de som, apitos, faixas, bandeiras e cartazes, os servidores municipais participaram dos protestos em Alagoas, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Goiás e Brasília. Os manifestantes avisaram aos parlamentares de seus estados que não votarão, nas eleições de 2018, em nenhum candidato favorável às reformas do governo ilegítimo.      

Em Alagoas, o secretário de Meio Ambiente da Confetam/CUT, Sidney Lopes, presidente do Sindicato dos Servidores do Município de Maceió (Sindspref), representou a categoria no protesto que reuniu dez mil pessoas no Centro da Capital.

Na Bahia, os servidores foram representados nos atos de Salvador pelo presidente da Federação dos Trabalhadores Públicos Municipais do Estado (Fetrameb), Raimundo Calixto. As manifestações reuniram dez mil pessoas pela manhã, na Avenida Iguatemi, e 50 mil à tarde, na Praça Campo Grande. No município de Carinhanha (BA), representantes da Fetrameb e do Sindicato dos Servidores Públicos do Município (Sinspuc) também participaram do ato do Dia Nacional de Paralisação.

No Ceará, servidores de 34 municípios aderiram à paralisação. Em Maracanaú (CE), a presidente da Confetam/CUT, Vilani Oliveira, assumiu a vanguarda da passeata de professores e trabalhadores da educação que tomou as ruas do município pela manhã. Eles também protestaram contra as medidas do prefeito Firmo Camurça, que pretende alterar a Lei do Piso Nacional do Magistério. Já a presidente da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado (Fetamce), Enedina Soares, esteve na linha de frente do protesto na Capital do Estado, que reuniu 30 mil pessoas no Centro de Fortaleza.

Em Mato Grosso do Sul, a Federação dos Servidores Municipais do Estado (FETAM) marcou presença na manifestação no município de Terenos. Em Vicentina, dirigentes do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (Simted) também foram às ruas. 

Em Minas Gerais, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindisepi) mobilizou a categoria para o ato no município de Itaipé. Em Timóteo (MG), os municipais fortaleceram o ato em frente à sede do INSS no município. O principal protesto no Estado ocorreu na Praça Sete, em Belo Horizonte, e reuniu 100 mil pessoas. Os dirigentes da Confetam/CUT Misael Borges (Comunicação e Imprensa) e Marcos Leandro (Conselho Fiscal), além de diretores da Federação dos Servidores Municipais do Estado (FETAM), participaram dos protestos.

Na Paraíba, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Região do Curimataú (Sinpuc) realizou ato público no município de Picuí, reunindo servidores municipais de Cuité, Pedra Lavrada, Barra de Santa Rosa, Damião, São Vicente e Nova Palmeira. Em Itapororoca, o Sindicato dos Servidores Públicos do Município (INSPMI-PB) promoveu uma audiência pública na Câmara Municipal para discutir as reformas e o desmonte do Estado.    

No Paraná, os municipais de Curitiba aproveitaram o Dia Nacional de Paralisação para protestar também contra o pacote de maldades do prefeito Rafael Greca, que prejudica o funcionalismo público. Eles foram representados pela secretária de Saúde do Trabalhador da Confetam/CUT, Irene Rodrigues, na manifestação que reuniu 15 mil pessoas no Centro da cidade. Em São José dos Pinhais, a paralisação organizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinsep) levou milhares de trabalhadores às ruas contra o fim da aposentadoria.

No Rio Grande do Norte, mobilizadas pela Federação dos Trabalhadores em Administração Pública Municipal do Estado (Fetam/RN), as paralisações dos servidores municipais se espalharam por 70 cidades, alcançando a maior adesão da categoria entre os 17 estados em que a Confetam/CUT está representada.

No Rio Grande do Sul, mobilizados pelo Ceprol Sindicato, professores e trabalhadores da educação de São Leopoldo suspenderam as aulas em 48 escolas municipais para participar da paralisação, que reuniu mais de duas mil pessoas nas ruas da cidade. Manifestantes de várias categorias ocuparam a frente do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Servidores Municipais (IAPS) e foram até a Câmara Municipal, onde participaram de audiência pública sobre a PEC 287.   

Em Santa Catarina, os servidores de Blumenau fizeram uma Assembleia Geral para aprovar a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2017. Em Chapecó, a categoria participou dos atos durante todo o dia, oportunidade que sindicato denunciou também o caráter escravagista do PL 4330, que institui a terceirização sem limites. Em Florianópolis, os servidores da Companhia de Melhoramentos (Comcap) suspenderam os trabalhos por 24 horas. Organizados pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Sintrasem), eles participaram de uma marcha e denunciaram a tentativa de extinção das aposentadorias especiais para professores e trabalhadores que desempenham atividades de risco.

No décimo dia de greve, os municipais de Jaraguá do Sul protestaram contra o pacote de equilíbrio financeiro do prefeito Antídio Lunelli, que ataca os direitos da categoria. Em mais de dez municípios do Extremo Oeste, os municipais cruzaram os braços. Em Xanxerê, eles eram maioria e protagonizaram o maior ato público da história da cidade. Em Joinville, eles paralisaram as atividades para promover uma atividade pública de formação, que reuniu três mil pessoas. As atividades foram acompanhadas pelo secretário de Políticas Públicas e Sociais da Confetam, Lizeu Mazzioni, presidente da Federação dos Servidores Municipais de Santa Catarina (Fetram/SC). 

Em São Paulo, os servidores municipais de Diadema suspenderam as atividades e se concentraram no Sindicato dos Funcionários Públicos do Município (Sindema), de onde saíram em passeata. Depois se dirigiram até a Avenida Paulista, onde se encontraram com representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) e da Federação dos Trabalhadores da Administração do Serviço Público Municipal no Estado (Fetam/SP). Maior manifestação realizada no país no Dia Nacional de Paralisação, o ato reuniu 250 mil pessoas e contou com a presença da secretária de Finanças da Confetam/CUT, Paula Leite. Também houve paralisação em São José dos Campos, onde cerca de 600 municipais suspenderam as atividades para protestar contra as respostas negativas do prefeito Felício Ramuth (PSDB) às reivindicações da categoria.  

Em Sergipe, os servidores municipais de Canindé de São Francisco fizeram uma paralisação de advertência contra o não cumprimento da Lei Municipal 13/13, que garante o adicional de difícil acesso. 

Em Goiás, foi registrada a participação dos servidores municipais nos atos realizados nas cidades de Val Paraíso e Águas Lindas, e na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, que reuniu dez mil pessoas na Capital Federal.

Título: Municipais vão às ruas para derrubar as reformas previdenciária e trabalhista, Conteúdo: Atendendo ao chamamento da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) e federações filiadas, sindicatos da categoria de todo o Brasil aderiram aos atos do Dia Nacional de Paralisação contra as reformas da Previdência e trabalhista, realizados no dia 15 de março. Em pelo menos treze estados e no Distrito Federal, os servidores públicos municipais uniram-se a trabalhadores de diversas categorias e ocuparam repartições públicas, praças, avenidas e BRs para derrubar, com a força do povo nas ruas, as reformas do governo golpista de Michel Temer, que aniquilam os principais direitos da classe trabalhadora, entre eles o de conseguir se aposentar antes de morrer. Os municipais participaram dos protestos nas Capitais dos estados e em diversas cidades do Interior, que foram tomadas por passeatas formadas por crianças, jovens, adultos e idosos que deixaram suas casas, trabalho e salas de aula para mandar um recado aos deputados federais e senadores: os atuais e futuros trabalhadores não permitirão, em hipótese alguma, a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 287, que aumenta para 65 anos a idade mínima de aposentadoria para homens e mulheres, e para 49 anos o tempo mínimo de contribuição para aposentadoria integral. Na prática, a PEC inviabiliza o recebimento do benefício pela maioria da população brasileira.  Com carros de som, apitos, faixas, bandeiras e cartazes, os servidores municipais participaram dos protestos em Alagoas, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Goiás e Brasília. Os manifestantes avisaram aos parlamentares de seus estados que não votarão, nas eleições de 2018, em nenhum candidato favorável às reformas do governo ilegítimo.       Em Alagoas, o secretário de Meio Ambiente da Confetam/CUT, Sidney Lopes, presidente do Sindicato dos Servidores do Município de Maceió (Sindspref), representou a categoria no protesto que reuniu dez mil pessoas no Centro da Capital. Na Bahia, os servidores foram representados nos atos de Salvador pelo presidente da Federação dos Trabalhadores Públicos Municipais do Estado (Fetrameb), Raimundo Calixto. As manifestações reuniram dez mil pessoas pela manhã, na Avenida Iguatemi, e 50 mil à tarde, na Praça Campo Grande. No município de Carinhanha (BA), representantes da Fetrameb e do Sindicato dos Servidores Públicos do Município (Sinspuc) também participaram do ato do Dia Nacional de Paralisação. No Ceará, servidores de 34 municípios aderiram à paralisação. Em Maracanaú (CE), a presidente da Confetam/CUT, Vilani Oliveira, assumiu a vanguarda da passeata de professores e trabalhadores da educação que tomou as ruas do município pela manhã. Eles também protestaram contra as medidas do prefeito Firmo Camurça, que pretende alterar a Lei do Piso Nacional do Magistério. Já a presidente da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado (Fetamce), Enedina Soares, esteve na linha de frente do protesto na Capital do Estado, que reuniu 30 mil pessoas no Centro de Fortaleza. Em Mato Grosso do Sul, a Federação dos Servidores Municipais do Estado (FETAM) marcou presença na manifestação no município de Terenos. Em Vicentina, dirigentes do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (Simted) também foram às ruas.  Em Minas Gerais, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindisepi) mobilizou a categoria para o ato no município de Itaipé. Em Timóteo (MG), os municipais fortaleceram o ato em frente à sede do INSS no município. O principal protesto no Estado ocorreu na Praça Sete, em Belo Horizonte, e reuniu 100 mil pessoas. Os dirigentes da Confetam/CUT Misael Borges (Comunicação e Imprensa) e Marcos Leandro (Conselho Fiscal), além de diretores da Federação dos Servidores Municipais do Estado (FETAM), participaram dos protestos. Na Paraíba, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Região do Curimataú (Sinpuc) realizou ato público no município de Picuí, reunindo servidores municipais de Cuité, Pedra Lavrada, Barra de Santa Rosa, Damião, São Vicente e Nova Palmeira. Em Itapororoca, o Sindicato dos Servidores Públicos do Município (INSPMI-PB) promoveu uma audiência pública na Câmara Municipal para discutir as reformas e o desmonte do Estado.     No Paraná, os municipais de Curitiba aproveitaram o Dia Nacional de Paralisação para protestar também contra o pacote de maldades do prefeito Rafael Greca, que prejudica o funcionalismo público. Eles foram representados pela secretária de Saúde do Trabalhador da Confetam/CUT, Irene Rodrigues, na manifestação que reuniu 15 mil pessoas no Centro da cidade. Em São José dos Pinhais, a paralisação organizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinsep) levou milhares de trabalhadores às ruas contra o fim da aposentadoria. No Rio Grande do Norte, mobilizadas pela Federação dos Trabalhadores em Administração Pública Municipal do Estado (Fetam/RN), as paralisações dos servidores municipais se espalharam por 70 cidades, alcançando a maior adesão da categoria entre os 17 estados em que a Confetam/CUT está representada. No Rio Grande do Sul, mobilizados pelo Ceprol Sindicato, professores e trabalhadores da educação de São Leopoldo suspenderam as aulas em 48 escolas municipais para participar da paralisação, que reuniu mais de duas mil pessoas nas ruas da cidade. Manifestantes de várias categorias ocuparam a frente do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Servidores Municipais (IAPS) e foram até a Câmara Municipal, onde participaram de audiência pública sobre a PEC 287.    Em Santa Catarina, os servidores de Blumenau fizeram uma Assembleia Geral para aprovar a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2017. Em Chapecó, a categoria participou dos atos durante todo o dia, oportunidade que sindicato denunciou também o caráter escravagista do PL 4330, que institui a terceirização sem limites. Em Florianópolis, os servidores da Companhia de Melhoramentos (Comcap) suspenderam os trabalhos por 24 horas. Organizados pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Sintrasem), eles participaram de uma marcha e denunciaram a tentativa de extinção das aposentadorias especiais para professores e trabalhadores que desempenham atividades de risco. No décimo dia de greve, os municipais de Jaraguá do Sul protestaram contra o pacote de equilíbrio financeiro do prefeito Antídio Lunelli, que ataca os direitos da categoria. Em mais de dez municípios do Extremo Oeste, os municipais cruzaram os braços. Em Xanxerê, eles eram maioria e protagonizaram o maior ato público da história da cidade. Em Joinville, eles paralisaram as atividades para promover uma atividade pública de formação, que reuniu três mil pessoas. As atividades foram acompanhadas pelo secretário de Políticas Públicas e Sociais da Confetam, Lizeu Mazzioni, presidente da Federação dos Servidores Municipais de Santa Catarina (Fetram/SC).  Em São Paulo, os servidores municipais de Diadema suspenderam as atividades e se concentraram no Sindicato dos Funcionários Públicos do Município (Sindema), de onde saíram em passeata. Depois se dirigiram até a Avenida Paulista, onde se encontraram com representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) e da Federação dos Trabalhadores da Administração do Serviço Público Municipal no Estado (Fetam/SP). Maior manifestação realizada no país no Dia Nacional de Paralisação, o ato reuniu 250 mil pessoas e contou com a presença da secretária de Finanças da Confetam/CUT, Paula Leite. Também houve paralisação em São José dos Campos, onde cerca de 600 municipais suspenderam as atividades para protestar contra as respostas negativas do prefeito Felício Ramuth (PSDB) às reivindicações da categoria.   Em Sergipe, os servidores municipais de Canindé de São Francisco fizeram uma paralisação de advertência contra o não cumprimento da Lei Municipal 13/13, que garante o adicional de difícil acesso.  Em Goiás, foi registrada a participação dos servidores municipais nos atos realizados nas cidades de Val Paraíso e Águas Lindas, e na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, que reuniu dez mil pessoas na Capital Federal.



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