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Julho das pretas: ser mulher negra é um ato de resistência

O “Julho das Pretas” é uma ação de incidência política e agenda conjunta e propositiva com organizações e movimento de mulheres negras do Brasil.

Escrito por: Thiago Marinho • Publicado em: 01/07/2022 - 10:14 • Última modificação: 01/07/2022 - 10:38 Escrito por: Thiago Marinho Publicado em: 01/07/2022 - 10:14 Última modificação: 01/07/2022 - 10:38

Divulgação

O “Julho das Pretas” é uma ação de incidência política e agenda conjunta e propositiva com organizações e movimento de mulheres negras do Brasil, voltada para o fortalecimento da ação política coletiva e autônoma das mulheres negras nas diversas esferas da sociedade. 

Com o tema Mulheres Negras no Poder, Construindo o Bem Viver, a 10ª edição nacional de 2022 contará com 421 atividades realizadas por mais de 200 organizações de mulheres negras em 18 estados brasileiros, além de uma atividade em Paris, na França.

A ação foi criada em 2013, pelo Odara – Instituto da Mulher Negra, e celebra o 25 de Julho, Dia Internacional da Mulher Negra Afro Latina Americana e Caribenha.

Todos os anos, o Julho das Pretas traz temas importantes e necessários relacionados à superação das desigualdades de gênero e raça, colocando a pauta e agenda política das mulheres negras em evidência. Diversos movimentos de mulheres negras se reúnem para decidir um tema para o Julho das Pretas que dialogue com a conjuntura política.

Desde o início, o Julho foi aderido e potencializado pela Rede de Mulheres Negras do Nordeste, ganhando em poucos anos toda a região e logo depois o Brasil.

Essa luta por liberdade e direitos sempre existiu e foram muitas as mulheres pretas que seguiram em resistência, mas foram invisibilizadas pelo racismo e pelo machismo, mas são as histórias delas que nos dão força para seguir por melhores condições de vida, respeito aos nossos corpos e garantia dos direitos enquanto cidadãs de um estado democrático.

“Nosso desejo é que possamos chegar aonde quisermos e sermos livres das amarras históricas que nos deixaram em condições desiguais e vulneráveis. Somos parte importante na construção social e política desse continente, mas com pouco reconhecimento de nossa força”, ressaltou Jucelia Vargas, presidenta da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT). 

Título: Julho das pretas: ser mulher negra é um ato de resistência, Conteúdo: O “Julho das Pretas” é uma ação de incidência política e agenda conjunta e propositiva com organizações e movimento de mulheres negras do Brasil, voltada para o fortalecimento da ação política coletiva e autônoma das mulheres negras nas diversas esferas da sociedade.  Com o tema Mulheres Negras no Poder, Construindo o Bem Viver, a 10ª edição nacional de 2022 contará com 421 atividades realizadas por mais de 200 organizações de mulheres negras em 18 estados brasileiros, além de uma atividade em Paris, na França. A ação foi criada em 2013, pelo Odara – Instituto da Mulher Negra, e celebra o 25 de Julho, Dia Internacional da Mulher Negra Afro Latina Americana e Caribenha. Todos os anos, o Julho das Pretas traz temas importantes e necessários relacionados à superação das desigualdades de gênero e raça, colocando a pauta e agenda política das mulheres negras em evidência. Diversos movimentos de mulheres negras se reúnem para decidir um tema para o Julho das Pretas que dialogue com a conjuntura política. Desde o início, o Julho foi aderido e potencializado pela Rede de Mulheres Negras do Nordeste, ganhando em poucos anos toda a região e logo depois o Brasil. Essa luta por liberdade e direitos sempre existiu e foram muitas as mulheres pretas que seguiram em resistência, mas foram invisibilizadas pelo racismo e pelo machismo, mas são as histórias delas que nos dão força para seguir por melhores condições de vida, respeito aos nossos corpos e garantia dos direitos enquanto cidadãs de um estado democrático. “Nosso desejo é que possamos chegar aonde quisermos e sermos livres das amarras históricas que nos deixaram em condições desiguais e vulneráveis. Somos parte importante na construção social e política desse continente, mas com pouco reconhecimento de nossa força”, ressaltou Jucelia Vargas, presidenta da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT). 



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