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Greve: professores de São Leopoldo (RS) acampam na Prefeitura e exigem reajuste salarial

Em greve, educadores pleiteiam reajuste integral de 8,42% no Piso do Magistério

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 06/07/2015 - 14:28 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 06/07/2015 - 14:28
Em greve desde sexta-feira (3), os professores municipais de São Leolpoldo (RS) encontram-se acampados na Prefeitura da cidade pleiteando o reajuste integral de 8,42% no Piso do Magistério. O percentual foi fixado de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), dado do IBEG que registra a inflação. Até o momento, a Prefeitura não deu resposta aos trabalhadores.
 
A Campanha Salarial do Magistério começou pedindo a atualização de 13,01%, calculada pelo Ministério da Educação. Na última quinta-feira (2), o prefeito Aníbal Moacir (PSDB) apresentou proposta de reajuste de 8,42% em quatro parcelas, iniciando a primeira em novembro de 2016. Ou seja, os professores não receberiam o reajuste neste ano e ainda teriam de esperar até 2019 para efetivação completa do novo salário. A proposta foi negada pelos professores, que deflagraram greve na sexta-feira (3) e realizaram marcha pela BR-116 com apoio de servidores de outras categorias.
 
Ainda na sexta-feira, o Ceprol Sindicato dos Professores Municipais Leopoldenses apresentou contraproposta na qual concorda com o percentual de 8,42%, desde que haja implantação imediata e pagamento integral retroativo a abril. A entidade aguarda respota da Prefeitura e segue mobilizando a categoria. Dos 1290 professores municipais, 800 já estão em greve.
 
“Nossa luta é justa. E não compreendemos por que São Leopoldo é o único município da região que não apresenta uma proposta que reponha as perdas, com o reajuste de forma justa dos salários dos professores municipais”, destaca a presidente do Ceprol Sindicato, Andréia Nunes.
Título: Greve: professores de São Leopoldo (RS) acampam na Prefeitura e exigem reajuste salarial, Conteúdo: Em greve desde sexta-feira (3), os professores municipais de São Leolpoldo (RS) encontram-se acampados na Prefeitura da cidade pleiteando o reajuste integral de 8,42% no Piso do Magistério. O percentual foi fixado de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), dado do IBEG que registra a inflação. Até o momento, a Prefeitura não deu resposta aos trabalhadores.   A Campanha Salarial do Magistério começou pedindo a atualização de 13,01%, calculada pelo Ministério da Educação. Na última quinta-feira (2), o prefeito Aníbal Moacir (PSDB) apresentou proposta de reajuste de 8,42% em quatro parcelas, iniciando a primeira em novembro de 2016. Ou seja, os professores não receberiam o reajuste neste ano e ainda teriam de esperar até 2019 para efetivação completa do novo salário. A proposta foi negada pelos professores, que deflagraram greve na sexta-feira (3) e realizaram marcha pela BR-116 com apoio de servidores de outras categorias.   Ainda na sexta-feira, o Ceprol Sindicato dos Professores Municipais Leopoldenses apresentou contraproposta na qual concorda com o percentual de 8,42%, desde que haja implantação imediata e pagamento integral retroativo a abril. A entidade aguarda respota da Prefeitura e segue mobilizando a categoria. Dos 1290 professores municipais, 800 já estão em greve.   “Nossa luta é justa. E não compreendemos por que São Leopoldo é o único município da região que não apresenta uma proposta que reponha as perdas, com o reajuste de forma justa dos salários dos professores municipais”, destaca a presidente do Ceprol Sindicato, Andréia Nunes.



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