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Greve dos servidores de Jaraguá do Sul completa um mês

Logo mais às 18 horas, a categoria se reúne em assembleia para deliberar sobre os rumos da paralisação, que prossegue por tempo indeterminado

Escrito por: Sinsep Jaraguá do Sul • Publicado em: 06/04/2017 - 14:49 • Última modificação: 06/04/2017 - 15:22 Escrito por: Sinsep Jaraguá do Sul Publicado em: 06/04/2017 - 14:49 Última modificação: 06/04/2017 - 15:22

. Greve foi deflagrada em 6 de março contra pacote que retira direitos dos servidores

Deflagrada no dia 6 março, a greve dos servidores públicos municipais de Jaraguá do Sul completa hoje um mês. Logo mais às 18 horas, a categoria se reúne em assembleia, no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Vestuário (STIVestuário), para deliberar sobre os próximos passos da paralisação contra o pacote de maldades do prefeito Antídio Lunelli, que retira direitos dos servidores.

Mais uma vez, o prefeito não compareceu à audiência no Ministério Publico do Trabalho, realizada ontem (5), em Joinville, e os seus prepostos não tiveram qualquer autonomia de decisão frente às indagações dos representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinsep) e do procurador do Trabalho, Guilherme Kirtschig. 

A administração municipal manteve a intransigência, não negociou e continua apostando na intimidação e no sufocamento da greve por meio de medidas judiciais. 

A audiência de mediação não foi suficiente para convencer a gestão a avançar nas negociações. Os representantes do município disseram que não existe outra proposta diferente daquela apresentada no dia 3 de abril e que já havia sido rejeitada durante Assembleia Geral da categoria, ocorrida no mesmo dia. 

Participaram da audiência com o procurador do Trabalho o presidente do Sinsep, Luiz Cezar Schorner, a diretora Mari Câmara e a assessora jurídica da entidade, advogada Simone Mohr. Representando o município, estiveram presentes o secretário de Administração, Argos Burgardt, e o procurador geral, advogado Benedito Carlos Noronha. O Sinsep reforça que, sem avanço nas negociações, a greve continua por tempo indeterminado.

Prefeitura ataca com de demissão de temporários

No início da noite de ontem (5), o Sinsep reuniu os servidores admitidos em caráter temporário (ACTs) para comunicar a informação repassada pelo procurador geral do município e confirmada pelo secretário de Administração, Argos Burgardt, de que todos seriam demitidos, caso não retornassem ao trabalho hoje (6), sob o argumento de que o objetivo da contratação do ACT é o de cobrir o afastamento de um servidor efetivo. 

O Sindicato assumiu a obrigação de orientar sobre as medidas que serão tomadas pela administração para que os servidores não fossem surpreendidos com a demissão. A alternativa discutida com o grupo foi de retornar ao trabalho hoje (6) e de participar da assembleia de logo mais à noite. 

A entidade entende que esta é mais uma forma de o prefeito tentar intimidar os servidores para enfraquecer o movimento, tendo como alvo os servidores ACTs, contratados de forma mais vulnerável e que mais têm prejuízo com o pacote de maldades de Antídio Lunelli. 

A assessoria jurídica do Sinsep entende que, se as demissões arbitrárias acontecerem, são possíveis de serem revertidas no Judiciário, e colocou-se à disposição para defender os servidores ACTs.

Edição Déborah Lima

Título: Greve dos servidores de Jaraguá do Sul completa um mês, Conteúdo: Deflagrada no dia 6 março, a greve dos servidores públicos municipais de Jaraguá do Sul completa hoje um mês. Logo mais às 18 horas, a categoria se reúne em assembleia, no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Vestuário (STIVestuário), para deliberar sobre os próximos passos da paralisação contra o pacote de maldades do prefeito Antídio Lunelli, que retira direitos dos servidores. Mais uma vez, o prefeito não compareceu à audiência no Ministério Publico do Trabalho, realizada ontem (5), em Joinville, e os seus prepostos não tiveram qualquer autonomia de decisão frente às indagações dos representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinsep) e do procurador do Trabalho, Guilherme Kirtschig.  A administração municipal manteve a intransigência, não negociou e continua apostando na intimidação e no sufocamento da greve por meio de medidas judiciais.  A audiência de mediação não foi suficiente para convencer a gestão a avançar nas negociações. Os representantes do município disseram que não existe outra proposta diferente daquela apresentada no dia 3 de abril e que já havia sido rejeitada durante Assembleia Geral da categoria, ocorrida no mesmo dia.  Participaram da audiência com o procurador do Trabalho o presidente do Sinsep, Luiz Cezar Schorner, a diretora Mari Câmara e a assessora jurídica da entidade, advogada Simone Mohr. Representando o município, estiveram presentes o secretário de Administração, Argos Burgardt, e o procurador geral, advogado Benedito Carlos Noronha. O Sinsep reforça que, sem avanço nas negociações, a greve continua por tempo indeterminado. Prefeitura ataca com de demissão de temporários No início da noite de ontem (5), o Sinsep reuniu os servidores admitidos em caráter temporário (ACTs) para comunicar a informação repassada pelo procurador geral do município e confirmada pelo secretário de Administração, Argos Burgardt, de que todos seriam demitidos, caso não retornassem ao trabalho hoje (6), sob o argumento de que o objetivo da contratação do ACT é o de cobrir o afastamento de um servidor efetivo.  O Sindicato assumiu a obrigação de orientar sobre as medidas que serão tomadas pela administração para que os servidores não fossem surpreendidos com a demissão. A alternativa discutida com o grupo foi de retornar ao trabalho hoje (6) e de participar da assembleia de logo mais à noite.  A entidade entende que esta é mais uma forma de o prefeito tentar intimidar os servidores para enfraquecer o movimento, tendo como alvo os servidores ACTs, contratados de forma mais vulnerável e que mais têm prejuízo com o pacote de maldades de Antídio Lunelli.  A assessoria jurídica do Sinsep entende que, se as demissões arbitrárias acontecerem, são possíveis de serem revertidas no Judiciário, e colocou-se à disposição para defender os servidores ACTs. Edição Déborah Lima



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