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Entidades divulgam nota de apoio à greve dos municipais de Florianópolis

Elas repudiam medidas anunciadas pelo prefeito Gean Loureiro e se solidarizam com a greve dos servidores públicos municipais

Escrito por: Sintrasem • Publicado em: 19/01/2017 - 20:11 • Última modificação: 23/01/2017 - 19:36 Escrito por: Sintrasem Publicado em: 19/01/2017 - 20:11 Última modificação: 23/01/2017 - 19:36

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O Fórum Catarinense em Defesa do Serviço Público Ampliado, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) e todas as entidades abaixo subscritas vem a público repudiar as medidas anunciadas pelo recém-empossado prefeito Gean Loureiro que, seguindo a cartilha do governo federal, vem aplicar na capital dos catarinenses as mesmas fórmulas de “austericídio” e proteção a setores abastados e privilegiados da economia, enquanto fere de morte o cidadão de Florianópolis, o serviço público municipal, bem como a segurança ambiental e a sustentabilidade de nossa querida Ilha da Magia.

Representados pelo Sintrasem, os servidores públicos municipais anunciaram greve a partir do dia 17 de janeiro, pois correm o risco de perder o tão lutado Plano de Cargos e Salários, não podendo mais adoecer (já que as licenças médicas serão reduzidas) e nem receber salários (uma vez que institui o trabalho voluntário na Administração Direta e Indireta).

Pensava que leis contra o povo só eram feitas em Brasília? Pois estas 40 medidas propostas pelo prefeito não só refletem o abismo para o qual caminha o Brasil, mas o projeto de governo e estado que visa ainda mais atender o “andar de cima”, enquanto precariza, esquece e abandona o povo e as gentes mais necessitadas e vulneráveis de nossa sociedade.

O serviço público está por um fio com tal pacote. Isto significa fechamento de escolas, postos de saúde e setores primordiais, entregando para a iniciativa privada aquilo que é nosso por direito e transferindo todo o ônus para o cidadão.

Ao invés de cobrar a dívida do município, que sozinha cobre o suposto rombo financeiro, Gean prefere cortar dos servidores e dos serviços essenciais que prestam a população. O florianopolitano vai ficar na mão de empresários se não apoiar o funcionalismo público, pois até mesmo a mudança do plano diretor da cidade está sendo cogitado de forma a beneficiar o setor especulativo imobiliário.

A cidade não pode permitir que continue havendo isenção, perdão, desoneração e criação de privilégios a setores ricos e grandes devedores do município - não por acaso grandes financiadores e apoiadores de campanhas eleitorais - com inscrição perene em dívida ativa (bancos, construtoras, empresas de grande porte e emissoras de TV), enquanto os servidores públicos, já precarizados, e a população em geral novamente são chamados para pagar a conta.

Florianópolis precisa se unir, apoiar o serviço público municipal e barrar mais esse ataque aos direitos do povo da capital. É preciso exigir transparência e auditoria integral e cidadã das dívidas públicas com investigação rigorosa dos desvios de recursos!

Todo apoio ao Serviço Público Municipal e sua greve!

CONFETAM/CUT
SINTAEMA
SINJUSC
MMTU SC - Movimento das Mulheres Trabalhadoras Urbanas de SC
CTB
SINDFAR-SC
SINDPREVS/SC
SINTRAJUSC
SINDASPI/SC
ASSIBGE/SC
FETESSESC
SINDPD/SC
Sindicato dos Jornalistas Profissionais de SC
Federação Nacional dos Jornalistas
Intersindical Central da Classe Trabalhadora
SINDSAÚDE
SINDICONTAS
SIMPE-SC
ANDES
APRASC
SINTRAFESC
CSP-CONLUTAS
FETRAM-SC/CUT
BRIGADAS POPULARES
SINTE REGIONAL SÃO JOSÉ
CUT
MAS
SINASEFE – Seção IFSC
SINTE Regional de Florianópolis
SINTECT SC                                     

Título: Entidades divulgam nota de apoio à greve dos municipais de Florianópolis, Conteúdo: O Fórum Catarinense em Defesa do Serviço Público Ampliado, a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) e todas as entidades abaixo subscritas vem a público repudiar as medidas anunciadas pelo recém-empossado prefeito Gean Loureiro que, seguindo a cartilha do governo federal, vem aplicar na capital dos catarinenses as mesmas fórmulas de “austericídio” e proteção a setores abastados e privilegiados da economia, enquanto fere de morte o cidadão de Florianópolis, o serviço público municipal, bem como a segurança ambiental e a sustentabilidade de nossa querida Ilha da Magia. Representados pelo Sintrasem, os servidores públicos municipais anunciaram greve a partir do dia 17 de janeiro, pois correm o risco de perder o tão lutado Plano de Cargos e Salários, não podendo mais adoecer (já que as licenças médicas serão reduzidas) e nem receber salários (uma vez que institui o trabalho voluntário na Administração Direta e Indireta). Pensava que leis contra o povo só eram feitas em Brasília? Pois estas 40 medidas propostas pelo prefeito não só refletem o abismo para o qual caminha o Brasil, mas o projeto de governo e estado que visa ainda mais atender o “andar de cima”, enquanto precariza, esquece e abandona o povo e as gentes mais necessitadas e vulneráveis de nossa sociedade. O serviço público está por um fio com tal pacote. Isto significa fechamento de escolas, postos de saúde e setores primordiais, entregando para a iniciativa privada aquilo que é nosso por direito e transferindo todo o ônus para o cidadão. Ao invés de cobrar a dívida do município, que sozinha cobre o suposto rombo financeiro, Gean prefere cortar dos servidores e dos serviços essenciais que prestam a população. O florianopolitano vai ficar na mão de empresários se não apoiar o funcionalismo público, pois até mesmo a mudança do plano diretor da cidade está sendo cogitado de forma a beneficiar o setor especulativo imobiliário. A cidade não pode permitir que continue havendo isenção, perdão, desoneração e criação de privilégios a setores ricos e grandes devedores do município - não por acaso grandes financiadores e apoiadores de campanhas eleitorais - com inscrição perene em dívida ativa (bancos, construtoras, empresas de grande porte e emissoras de TV), enquanto os servidores públicos, já precarizados, e a população em geral novamente são chamados para pagar a conta. Florianópolis precisa se unir, apoiar o serviço público municipal e barrar mais esse ataque aos direitos do povo da capital. É preciso exigir transparência e auditoria integral e cidadã das dívidas públicas com investigação rigorosa dos desvios de recursos! Todo apoio ao Serviço Público Municipal e sua greve! CONFETAM/CUT SINTAEMA SINJUSC MMTU SC - Movimento das Mulheres Trabalhadoras Urbanas de SC CTB SINDFAR-SC SINDPREVS/SC SINTRAJUSC SINDASPI/SC ASSIBGE/SC FETESSESC SINDPD/SC Sindicato dos Jornalistas Profissionais de SC Federação Nacional dos Jornalistas Intersindical Central da Classe Trabalhadora SINDSAÚDE SINDICONTAS SIMPE-SC ANDES APRASC SINTRAFESC CSP-CONLUTAS FETRAM-SC/CUT BRIGADAS POPULARES SINTE REGIONAL SÃO JOSÉ CUT MAS SINASEFE – Seção IFSC SINTE Regional de Florianópolis SINTECT SC                                     



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