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CUT e CGIL debatem estratégias de resistência diante dos ataques às democracias e aos direitos

Trabalhadores do Brasil e Itália trocam experiências e debatem ações conjuntas. Confetam/CUT e Fetam/SP integram a delegação brasileira

Escrito por: CUT-SP • Publicado em: 01/02/2017 - 17:09 • Última modificação: 06/02/2017 - 19:32 Escrito por: CUT-SP Publicado em: 01/02/2017 - 17:09 Última modificação: 06/02/2017 - 19:32

. Trabalhadores exibiram as bandeiras da Confetam/CUT e da Fetam/SP no encontro

Aprofundar o conhecimento e integrar as ações das organizações sindicais para enfrentar a crise econômica e política no Brasil e no mundo. Esse é o objetivo da delegação brasileira da CUT-SP que está na Itália para debater com os trabalhadores e sindicalistas italianos estratégias de luta. A secretária de Finanças da Confetam/CUT, Paula Leite, presidente da Contram/ISP, diretora do Sindsep/SP e da Fetam/SP, integrou a delegação representando os servidores públicos municipais.  

Entre os dias 29 de janeiro e 4 de fevereiro, os trabalhadores dos ramos metalúrgico, financeiro, educação, químico, saúde e serviço público participarão de seminários, debates e visitas aos locais de trabalho como parte do termo de cooperação assinado pela CUT São Paulo e pela Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL Lombardia e Milão). 

“É um intercâmbio importante diante da conjuntura difícil que enfrentamos não somente no Brasil, mas em âmbito internacional. Trocar experiências e desenvolver ações conjuntas são formas de fortalecer a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores em um momento de graves ataques aos direitos sociais e humanos”, explicou Douglas Izzo, presidente da CUT-SP.

Ao falar da conjuntura brasileira, como não poderia ser diferente, o presidente estadual da CUT denunciou o golpe de Estado vivido no país. “É importante explicar que o Brasil não está quebrado como querem vender os golpistas. Eles criaram a crise política, deram um golpe de Estado, aprofundaram a crise econômica e agora estão entregando de bandeja nossas riquezas e reservas, além de promover o desmonte das políticas sociais e de distribuição de renda dos governos Lula e Dilma.”

Como forma de elucidar aos italianos a afirmação de que o golpe foi contra a classe trabalhadora, o presidente da CUT-SP descreveu as propostas do governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) de reformas da Previdência e Trabalhista. 

Termo de cooperação

O primeiro termo de cooperação entre a CUT-SP e a CGIL Lombardia e Milão foi assinado em setembro de 2012. Desde então, delegações sindicais dos dois países realizam intercâmbios e seminários para debater as conjunturas nacionais e internacional. Até o final desta semana, temas como negociação coletiva, juventude e mudanças no mercado de trabalho farão parte dos trabalhos.

Título: CUT e CGIL debatem estratégias de resistência diante dos ataques às democracias e aos direitos, Conteúdo: Aprofundar o conhecimento e integrar as ações das organizações sindicais para enfrentar a crise econômica e política no Brasil e no mundo. Esse é o objetivo da delegação brasileira da CUT-SP que está na Itália para debater com os trabalhadores e sindicalistas italianos estratégias de luta. A secretária de Finanças da Confetam/CUT, Paula Leite, presidente da Contram/ISP, diretora do Sindsep/SP e da Fetam/SP, integrou a delegação representando os servidores públicos municipais.   Entre os dias 29 de janeiro e 4 de fevereiro, os trabalhadores dos ramos metalúrgico, financeiro, educação, químico, saúde e serviço público participarão de seminários, debates e visitas aos locais de trabalho como parte do termo de cooperação assinado pela CUT São Paulo e pela Confederação Geral Italiana do Trabalho (CGIL Lombardia e Milão).  “É um intercâmbio importante diante da conjuntura difícil que enfrentamos não somente no Brasil, mas em âmbito internacional. Trocar experiências e desenvolver ações conjuntas são formas de fortalecer a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores em um momento de graves ataques aos direitos sociais e humanos”, explicou Douglas Izzo, presidente da CUT-SP. Ao falar da conjuntura brasileira, como não poderia ser diferente, o presidente estadual da CUT denunciou o golpe de Estado vivido no país. “É importante explicar que o Brasil não está quebrado como querem vender os golpistas. Eles criaram a crise política, deram um golpe de Estado, aprofundaram a crise econômica e agora estão entregando de bandeja nossas riquezas e reservas, além de promover o desmonte das políticas sociais e de distribuição de renda dos governos Lula e Dilma.” Como forma de elucidar aos italianos a afirmação de que o golpe foi contra a classe trabalhadora, o presidente da CUT-SP descreveu as propostas do governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) de reformas da Previdência e Trabalhista.  Termo de cooperação O primeiro termo de cooperação entre a CUT-SP e a CGIL Lombardia e Milão foi assinado em setembro de 2012. Desde então, delegações sindicais dos dois países realizam intercâmbios e seminários para debater as conjunturas nacionais e internacional. Até o final desta semana, temas como negociação coletiva, juventude e mudanças no mercado de trabalho farão parte dos trabalhos.



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