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Chapecó e Região: Assembleia define retorno das aulas presenciais só após vacinação

Sindicato Trabalhadores Servidores Públicos Municipal Chapecó e Região (SITESPM-CHR), no estado de Santa Catarina, realizou Assembleia Geral Extraordinária na última terça-feira (16)

Escrito por: Confetam • Publicado em: 18/02/2021 - 14:02 Escrito por: Confetam Publicado em: 18/02/2021 - 14:02

SITESPM-CHR

O Sindicato Trabalhadores Servidores Públicos Municipal Chapecó e Região (SITESPM-CHR), no estado de Santa Catarina, realizou Assembleia Geral Extraordinária na última terça-feira (16) com servidores vinculados às Secretarias Municipais de Educação da base organizada da entidade.

O objetivo do encontro foi debater o colapso do sistema hospitalar causado pelo descontrole da pandemia do Coronavírus no Oeste catarinense e realizar uma atualização sobre as questões relacionadas ao retorno das aulas presenciais nas redes escolares.

De acordo com o SITESPM-CHR, participaram servidores sindicalizados da maioria dos municípios organizado no sindicato, entre eles: Chapecó, Xaxim, Pinhalzinho, Xanxerê, Maravilha, Faxinal dos Guedes, Nova Erechim, Quilombo, Abelardo Luz, Cordilheira Alta, Palmitos, Formosa Do Sul, São Carlos, Nova Itaberaba, Cunha Porã, Caxambu do Sul, Saudades, Serra Alta, União do Oeste, Sul Brasil, Caibi, Entre Rios, Águas Frias, Irati, Ipuaçu, Cunhataí, Passos Maia, Coronel Freitas, Jupiá, Ouro Verde e Vargeão.

Nas manifestações, o relato da difícil realidade da Educação e o esgotamento da rede de saúde. Após as inúmeras manifestações, foi deliberado o encaminhamento de documento oficial da entidade à todas as prefeituras cobertas pela organização (41 municípios vinculados a AMOSC, AMAI, AMNOROESTE e AMERIOS) com a posição de que o  “retorno das aulas presenciais  poderá acontecer após a vacinação e imunização de pelo menos toda a população dos grupos de risco (idosos acima de 60 anos e pessoas com menos de 60 anos portadoras de comorbidades) e os/as trabalhadores/as da educação”, destaca o texto.

A presidenta do SITESPM-CHR, Vania Barcellos, que coordenou a Assembleia, destacou a importância da decisão: “o encaminhamento unânime dos professores e demais profissionais da educação das Redes Municipais de Ensino reflete o caos instaurado na maioria dos municípios devido ao descontrole da pandemia. A decisão foi tomada a partir dos inúmeros casos de profissionais da educação que adquiriram o vírus na primeira semana de retorno às unidades escolares em diversos municípios da região”.

Para a dirigente, o quadro tem se agravado nos últimos dias e a insegurança toma conta dos trabalhadores. “A crise causada pela pandemia se soma às formas inadequadas como alguns gestores municipais estão administrando a vida funcional dos servidores impondo condições inseguras de trabalho sem que estes sejam ouvidos”, completa Barcellos.

Mais problemas encontrados

O sindicato evidencia que a gerência de pessoal tem sido caótica com a “diminuição radical” no número de contrato de professores (ACTs), que estão sendo colocados na condição dramática de desempregados.

Outro segmento que está sofrendo são os profissionais responsáveis pela elaboração da alimentação escolar e limpeza das unidades escolares, os quais são remanejados para outras secretarias, sendo expostos ao trabalho em espaços diferenciados dos locais da educação para os quais não foram formados ao longo do tempo de trabalho nas Prefeituras.

“A realidade do avanço da pandemia deixa evidente a necessidade da cobrança por parte dos gestores políticos do Oeste ao Governo Federal para que este acelere o fornecimento de vacina aos trabalhadores”, finaliza a presidenta do SITESPM-CHR.

 
Título: Chapecó e Região: Assembleia define retorno das aulas presenciais só após vacinação, Conteúdo: O Sindicato Trabalhadores Servidores Públicos Municipal Chapecó e Região (SITESPM-CHR), no estado de Santa Catarina, realizou Assembleia Geral Extraordinária na última terça-feira (16) com servidores vinculados às Secretarias Municipais de Educação da base organizada da entidade. O objetivo do encontro foi debater o colapso do sistema hospitalar causado pelo descontrole da pandemia do Coronavírus no Oeste catarinense e realizar uma atualização sobre as questões relacionadas ao retorno das aulas presenciais nas redes escolares. De acordo com o SITESPM-CHR, participaram servidores sindicalizados da maioria dos municípios organizado no sindicato, entre eles: Chapecó, Xaxim, Pinhalzinho, Xanxerê, Maravilha, Faxinal dos Guedes, Nova Erechim, Quilombo, Abelardo Luz, Cordilheira Alta, Palmitos, Formosa Do Sul, São Carlos, Nova Itaberaba, Cunha Porã, Caxambu do Sul, Saudades, Serra Alta, União do Oeste, Sul Brasil, Caibi, Entre Rios, Águas Frias, Irati, Ipuaçu, Cunhataí, Passos Maia, Coronel Freitas, Jupiá, Ouro Verde e Vargeão. Nas manifestações, o relato da difícil realidade da Educação e o esgotamento da rede de saúde. Após as inúmeras manifestações, foi deliberado o encaminhamento de documento oficial da entidade à todas as prefeituras cobertas pela organização (41 municípios vinculados a AMOSC, AMAI, AMNOROESTE e AMERIOS) com a posição de que o  “retorno das aulas presenciais  poderá acontecer após a vacinação e imunização de pelo menos toda a população dos grupos de risco (idosos acima de 60 anos e pessoas com menos de 60 anos portadoras de comorbidades) e os/as trabalhadores/as da educação”, destaca o texto. A presidenta do SITESPM-CHR, Vania Barcellos, que coordenou a Assembleia, destacou a importância da decisão: “o encaminhamento unânime dos professores e demais profissionais da educação das Redes Municipais de Ensino reflete o caos instaurado na maioria dos municípios devido ao descontrole da pandemia. A decisão foi tomada a partir dos inúmeros casos de profissionais da educação que adquiriram o vírus na primeira semana de retorno às unidades escolares em diversos municípios da região”. Para a dirigente, o quadro tem se agravado nos últimos dias e a insegurança toma conta dos trabalhadores. “A crise causada pela pandemia se soma às formas inadequadas como alguns gestores municipais estão administrando a vida funcional dos servidores impondo condições inseguras de trabalho sem que estes sejam ouvidos”, completa Barcellos. Mais problemas encontrados O sindicato evidencia que a gerência de pessoal tem sido caótica com a “diminuição radical” no número de contrato de professores (ACTs), que estão sendo colocados na condição dramática de desempregados. Outro segmento que está sofrendo são os profissionais responsáveis pela elaboração da alimentação escolar e limpeza das unidades escolares, os quais são remanejados para outras secretarias, sendo expostos ao trabalho em espaços diferenciados dos locais da educação para os quais não foram formados ao longo do tempo de trabalho nas Prefeituras. “A realidade do avanço da pandemia deixa evidente a necessidade da cobrança por parte dos gestores políticos do Oeste ao Governo Federal para que este acelere o fornecimento de vacina aos trabalhadores”, finaliza a presidenta do SITESPM-CHR.  



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